Aulões gratuitos do Enem acontecem nesta quarta (27) com transmissão ao vivo

A transmissão poderá ser acompanhada por quem não conseguiu se inscrever para participar do evento no Teatro Manauara, que teve vagas esgotadas ainda na primeira semana. Estandes com cadastro para acesso a ferramentas de estudo e jogos interativos, músicas para ajudar a entender matérias, dinâmicas, e muitas outras atividades gratuitas serão ofertadas das 8h às 19h. A programação do Enem Talks é da Adtalem Educacional do Brasil, realizada em Manaus por meio da Faculdade DeVry | Martha Falcão.

Os estudantes devem comparecer ao Teatro Manauara com documento de identificação com foto e um quilo de alimento não perecível. Os alimentos arrecadados serão doados para instituições de caridade.

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Com dinâmica diferenciada, os aulões irão ocorrer das 9h às 12h e das 14h às 19h, atendendo ao conteúdo das disciplinas da prova do Enem: Física, Química, Língua Inglesa, Língua Portuguesa, Biologia, Filosofia, Geografia, Matemática, História e Redação. Os estudantes terão acesso a aulas-shows preparadas especialmente para o Enem Talks por uma equipe de professores capacitada para apresentar dicas do material que é, geralmente, mais exigido no Exame Nacional.

“As aulas são explicativas com resolução de exercícios de outras edições do Enem e a realização de dinâmicas, em algumas delas, como Português e Inglês, serão usadas músicas, já em outras os professores irão realizar experimentos ou podem exibir vídeos para ensinar os macetes e técnicas”, explicou a explicou Giovanna Sousa, coordenadora do Nogueira Concursos e Vestibulares, instituição parceira da Devry responsável por ministrar as aulas. Segundo ela, a dinâmica das aulas-show serve para facilitar e melhorar o acesso dos estudantes ao conteúdo.

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Enem ainda não tem detectores de metal garantidos para aplicação de prova

A menos de três meses da aplicação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), autarquia vinculada ao Ministério da Educação responsável pela avaliação, ainda não tem os detectores de metal para serem usados nos locais de prova. A medida de segurança foi adotada nas últimas edições do exame para evitar fraudes.

o se dar conta do problema, o Inep exigiu do Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe) — responsável por aplicar e corrigir o Enem durante anos até ter o contrato rescindido no início de 2017 — o repasse de 81.376

equipamentos, alegando ser o dono do material. O Cebraspe, por sua vez, sustenta que o acervo lhe pertence e que não tem obrigação de cedê-lo. A briga em torno dos detectores, que só aumenta à medida que se aproxima a data do Enem, marcado para os dias 5 e 12 de novembro, foi parar na Justiça.

Enem 2018 ainda não tem detectores de metal garantidos para aplicação de prova

A juíza federal Diana Maria Wanderlei da Silva, em sua decisão no último dia 9, deu razão ao Cebraspe. Ela determinou que a organização é a proprietária dos equipamentos e que não pode ser obrigada a entregá-los ao Instituto para a realização do exame. “O Inep não comprovou, em momento algum, que os detectores de metal, objetos desta ação, foram adquiridos com recursos próprios, ou que foram registrados no seu inventário patrimonial, com identificação específica, para dar-lhe a legitimidade ao pedido administrativo de devolução a qualquer tempo”.

O Inep sustenta que nos pagamentos feitos ao Cebraspe para a realização do Enem, de 2014 a 2016, estavam incluídos os custos unitários dos equipamentos. Alega ainda que em contratos com organizações sociais, como é o caso da entidade que aplicava o exame, os bens adquiridos são de propriedade do poder público. O Cebraspe, então, apresentou notas fiscais de aquisição de 80 mil unidades de detectores em seu nome e endereço para entrega. Além disso, anexou ao processo planilhas de custos apresentadas em 2016 especificando a “utilização, manutenção, higienização” de 30 mil equipamentos, para reforçar a tese de que a autarquia pagava pelo uso, mas não era proprietária do material. Na decisão, a juíza Diana Silva ainda argumentou: “Se a propriedade fosse do Inep, não poderia o Cebraspe utilizar os detectores em outros certames realizados”. O Inep entrou com pedido de reconsideração da decisão, que foi mantida pela magistrada.

Por trás do imbróglio em relação aos detectores está um desentendimento anterior por conta da decisão do instituto de não assinar o aditivo com o Cebraspe para o Enem 2017. A decisão do governo retirou cerca de 80% da arrecadação do centro, que teme não conseguir se manter financeiramente, apesar de fazer concursos, vestibulares e estudos educacionais pelo país. Em seu lugar, o governo escolheu para o Enem deste ano, com mais de 7 milhões de inscritos, o consórcio formado por Fundação Cesgranrio, Fundação Getulio Vargas (FGV) e Vunesp. A escolha para aplicar e corrigir as provas é feita sem licitação, com aval do Tribunal de Contas da União (TCU), desde 2009, pela complexidade de executar uma avaliação do tamanho do Enem, que acontece no país inteiro.

Feita a troca, o Inep atentou para a falta de detectores em quantidade suficiente e procurou o Cebraspe para propor uma locação do equipamento. A organização social, porém, decidiu não aceitar a proposta. Em parte porque necessita do material para realização de concursos já contratados, mas também por conta do mal-estar provocado com sua retirada da organização do Enem.

Sem saída, a autarquia do MEC enviou um ofício, em julho, ao Cebraspe, com o pedido de entrega dos detectores até que se conclua a discussão sobre sua propriedade, alertando para a adoção das medidas judiciais cabíveis, caso não fosse atendida. Depois da mensagem, considerada ameaçadora, a organização decidiu entrar com um mandado de segurança preventivo para não ser obrigada a entregar o equipamento.

Por meio de nota, o Inep informou que a aplicação do Enem 2017 e enem inep 2018 “contará com a utilização de detectores de metal, em todos os locais de prova”, mas não respondeu de que forma garantirá tal medida de segurança, nem comentou a disputa com o Cebraspe.

Já o centro informou, após ser procurado, que comprou 80 mil detectores de metal entre 2014 e 2016 e disse ser “evidente que esses aparelhos são de sua propriedade”, mas que analisa atender à solicitação do Inep, ao menos parcialmente. A organização social ressaltou, em nota, que não há qualquer obrigação contratual para a cessão desses aparelhos para o atual consórcio que realizará o Enem. Mas, “com o intuito de contribuir para o êxito dessa aplicação”, diz que analisa “os aspectos jurídicos, estatutários e técnicos para verificar a possibilidade de cessão de parte dos detectores”.

Enem ainda não tem detectores de metal garantidos para aplicação de prova
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Centro de estudos facilita a vida de quem vai fazer o Enem

Falta pouco mais de dois meses para o Enem 2019. É hora de dar foco total ao estudo das matérias, e se dedicar o máximo possível. Para facilitar e organizar a vida de quem está vivendo esse desafio, o Guia Enem do GLOBO preparou um centro de estudos completo.

O ambiente conta com simulados personalizáveis, banco de videoaulas de diferentes matérias e questões antigas do Enem, aplicadas entre 2010 e 2016, já agrupadas por área e assunto-chave.

Conheça o Centro de Estudos do Guia Enem 2019

Na parte Intensivão 2017, os cadastrados no centro podem montar um plano de estudos revisando os temas mais cobrados no Enem, como estequiometria, circuitos elétricos e ondas, na área de ciências da natureza, e estatística e grandezas proporcionais, em matemática.

E mais: entre agosto e outubro, duas etapas do Simulado Enem irão trazer conteúdo inédito com o método de correção TRI, o mesmo utilizado pelo Enem.

O Centro de Estudos conta com tecnologia do Colégio 24 Horas e conteúdo do QG do Enem e do Eleva Educação.

Para ter acesso ao conteúdo completo, basta se cadastrar no Centro de Estudos do Guia. Clique aqui e veja como.

Centro de estudos facilita a vida de quem vai fazer o Enem
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